sexta-feira, 22 de julho de 2011

Balão Mágico canta bullying. Será?

Sugestão de atividade para o infantil e fundamental 1. 
Segue a letra que pode introduzir uma conversa sobre respeito, justiça e bullying.

Mãe-iê

A Turma do Balão Mágico

Composição: Osvaldo Nunes / Celso Castro
Manhê sabe o que me aconteceu?
Manhê o Tonico me bateu
Roubou meu saco de pipoca
O pirulito e o picolé
E depois ainda por cima mamãezinha
Deu uma pisada no meu pé Ai, ai, ai.
Manhê sabe o que me aconteceu?
Manhê o Tonico me bateu
Roubou meu saco de pipoca
O pirulito e o picolé
E depois ainda por cima mamãezinha
Deu uma pisada no meu pé Ai, ai, ai.

A música é do (Osvaldo Nunes / Celso Castro), mas achei apenas o vídeo a seguir. É melhor o som do original, cantada pelo Balão Mágico, mas fazer o que? Não encontrei. Por favor quem conseguir, gostaria que enviasse no meu email: contato.bullying@yahoo.com.br. Obrigada!!!

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Bullying no quartel



Fonte:http://www.revistaladoa.com.br/ retirado em 21.07.2011 às 3:48

"Um rapaz de 19 anos foi violentado por outros quatro soldados no quartel do Parque Regional de Manutenção de Santa Maria, Rio Grande do Sul, na noite do dia 17 de maio. O rapaz que cumpria detenção por não se apresentar em um plantão foi agarrado, teve a boca tapada e foi violentado por outros quatro soldados, que o ameaçaram para não contar o ocorrido. Na manhã seguinte, após passar mal, o rapaz denunciou o ocorrido a um sargento e foi conduzido ao Hospital de Guarnição de Santa Maria, onde ficou internado por seis dias. Os militares negam que houve violência e pediram mais 20 dias para finalizar o inquérito militar que será apresentado em agosto. Tendo havido violência ou não, os militares serão julgados segundo o Código Militar, que proíbe sexo na caserna, informou o General Etchegoyen, segundo relatório do parlamentar Jeferson Fernandes (PT).

Quando o soldado estava internado, um militar que fazia sua escolta chegou a dizer que ele iria “se ferrar” por conta da repercussão do caso. Por vergonha, o jovem não contou a família do ocorrido, sua mãe foi informada por terceiros dos fatos e procurou um advogado. Os advogados da defesa denunciaram à Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS) sobre a violência e silêncio por parte dos militates. A Comissão de Direitos Humanos da ALRS denunciou o fato e emitiu relatório escrito pelo deputado petista.

Segundo versão de KPK, o jovem violentado, ele cumpria o primeiro dos 10 dias de detenção por ter faltado a uma vigília na semana anterior. O rapaz alegou que freqüentemente era vítima de bullying por outros soldados e não sabe o que motivou a agressão. Apenas um dos quatro agressores não participou do ato sexual contra o rapaz que nega ser homossexual. O fato ocorreu no alojamento, e o crime foi de conhecimento de ao menos outros 15 militares que estava no local e não socorreram o rapaz. Um tenente teria dito à família que o jovem era homossexual, enquanto os pais visitavam o filho no hospital. Agora, KPK está sob licença médica e não participou da cerimônia de entrega da boina – quando um soldado é incorporado ao corpo do exército.
O crime está sendo julgado pelos militares, por ter ocorrido dentro de um quartel. A família teme que os militares neguem e a violência. O laudo médico do rapaz aponta a presença de escoriação anal mas os militares negam que isto seja suficiente para dizer que houve violência e chegam a dizer que a relação foi consensual. O inquérito militar preliminar chegou a apontar o ocorrido como uma “brincadeira corporal entre colegas”.
Com a denúncia na Assembléia Legislativa gaúcha, outros casos de violência sexual dentro de instituições militares começaram a aparecer, segundo assessoria do deputado Jeferson Fernandes."
 Olá Pessoal!

 "O rapaz alegou que freqüentemente era vítima de bullying por outros soldados e não sabe o que motivou a agressão."
 Uma das características do bullying é a gratuidade. Esta é ligada diretamente a uma segunda característica: a intencionalidade.
Vamos entender melhor?
Bullying é uma violência gratuita e isso significa que o alvo não precisa ter feito nada para que o autor sinta-se no direito de agredi-lo, umas vez que este, o autor, tem a intenção clara de se destacar perante aos demais. O objetivo do autor de bullying é sempre se destacar e ele faz isso rebaixando o outro, o seu par.
Abraços,
Carolina Giannoni Camargo. 

terça-feira, 19 de julho de 2011

Entrevista Aline e Carolina - Mulher.com

Acessem o link para o programa mulher.com e vejam a entrevista sobre bullying com Carolina e Aline da SEMEARE.

Entrevista Aline e Carolina - Ação Nacional









Entrevista Aline e Carolina

Assistam a entrevista sobre bullying com Carolina Giannoni Camargo e Aline Isabela Archangelo, da Semeare.

Link:
http://www.tvitape.com.br/index.asp?id_video=836&run=ultimos

Com carinho, Carolina.

Quando a escola é o espaço do inferno

Quando a escola é o espaço do inferno

Ruth de Aquino
Época
RUTH DE AQUINO
é colunista de ÉPOCA
raquino@edglobo.com.br
Quase 1.000 alunos são punidos, suspensos ou expulsos por dia nas escolas. Quase 1.000 por dia, alguns com 5 anos de idade! Por abusos verbais e físicos. No ano passado, 44 professores foram internados em hospitais com graves ferimentos. Diante do quadro-negro, o governo decidiu que professores poderão “usar força” para se defender e apartar brigas. E poderão revistar estudantes em busca de pornografia, celulares, câmeras de vídeo, álcool, drogas, material furtado ou armas.
Achou que era no Brasil? É na Grã-Bretanha.
Os dados são de um relatório governamental. “O sistema escolar entrou em colapso”, diz Katharine Birbalsingh, demitida do Departamento de Educação depois de criticar a violência nas escolas públicas inglesas. “Os professores acabam sendo culpados pela indisciplina. A diretoria da escola estimula essa teoria, os alunos a usam como desculpa e até os professores começam a acreditar nisso. Eles não pedem ajuda com medo de parecer incompetentes.”
Os alunos jogam a cadeira no mestre, chutam a perna do mestre, empurram, xingam. Ou furam o mestre com o lápis, fazem comentários obscenos, estupram, ameaçam com facas. Alguns são casos extremos pinçados pela imprensa. Os números na Grã-Bretanha preocupam. Mostram que as escolas precisam restaurar a autoridade perdida. Muitos professores abandonaram a profissão por se sentir impotentes. Educadores mais rigorosos pregam tolerância zero com alunos bagunceiros e que não fazem seu dever de casa.
As reflexões de lá são iguais às de cá. A violência nas escolas seria uma continuação do lado de fora, na rua e nos lares. A hierarquia cai em desuso. Valores e limites, que quer dizer isso mesmo? Crianças e adolescentes não respeitam ninguém. Nem os pais, nem as autoridades, nem os vizinhos, os porteiros, os pedestres, os colegas, as namoradas. Há uma falta de cerimônia, pudor e educação no sentido mais amplo.
E aí a culpa é jogada nos pais. Por não mostrarem o certo e o errado. Não abrirem um tempo de qualidade com os filhos. Esquecê-los em frente a um computador ou televisão. O de sempre. O aluno que peita o professor também xinga os pais. Aric Sigman, da Royal Society of Medicine, em Londres, autor do livro The spoilt generation (A geração mimada) , afirma que, hoje, até criancinhas nas creches jogam objetos e cadeiras umas nas outras. “Há uma inversão da autoridade. Seus impulsos não são controlados em casa. É uma geração mimada que ataca especialmente as mães”, diz ele.
Muitos professores abandonam o ensino por se sentir impotentes diante da violência dos alunos
E o que o governo britânico faz? Manda o professor revidar. Até agora, ele era proibido de tocar no aluno, mesmo ao ensinar um instrumento numa aula de música. A nova cartilha promete superpoderes aos professores. Mestres, usem “força razoável”, vocês agora têm a última palavra para expulsar um aluno agressivo, revistem mochilas suspeitas. Dará certo? Não acredito. Sem diálogo e consenso entre famílias, escolas, educadores e psicólogos, esse pesadelo não tem fim.
No Brasil, a socióloga Miriam Abramovay, da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), admite que os professores passaram a ter medo. Numa pesquisa para a Unesco em Brasília, em 2002, um depoimento a chocou: “Um professor me disse que ia armado para a escola. Como se fosse uma selva. Isso mostra total descrença no sistema”. Ela acha que o Brasil está investindo dinheiro demais em bullying, mas esquece todo o resto: “Nossa escola é de dois séculos atrás”. Os ataques aos professores não se limitam à sala de aula. Carros dos mestres são arranhados, pneus são furados. Eles não têm apoio nem ideia de como reagir. Muitos trocam de escola ou abandonam a profissão.
Quando Cristovam Buarque era ministro de Lula, tinha, com Miriam, um projeto nacional de “mediação escolar” para prevenir conflitos, melhorar o ambiente e estimular o aprendizado. “Paulo Freire dizia que a escola era o espaço da alegria, do prazer, mas assim ela se torna o espaço do inferno”, diz Miriam. O projeto não vingou. Cristovam abandonou o barco por sentir que Educação não era prioridade nos investimentos. E continua não sendo. Deveria ser nossa obsessão.

Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EMI249495-15230,00.html

Eptv na Escola

Secretarias entregam melhores redações para o EPTV na Escola

Foram selecionados 30 trabalhos de cada cidade para concorrer à premiação

15/07/2011 - 20:56
Da redação
Alterar o tamanho da letra A+A-
As Secretarias Municipais de Educação e Diretorias Regionais de Ensino concluíram nesta sexta-feira (15) o envio da seleção dos 30 melhores trabalhos de cada cidade para o projeto EPTV na Escola.
Veja site do Projeto EPTV na Escola
O concurso de redação tem como tema “Bullying: quando a brincadeira perde a graça”. Os estudantes classificados de cada cidade ganham um dia de passeio em Campinas, com direito de visita à EPTV e a um Shopping da cidade. No final, serão escolhidos os dez melhores trabalhos da região, onde os autores ganham prêmios e produzem uma série de reportagens baseadas no texto das redações finalistas que será exibida em nosso telejornal.
Prêmios
• Do 1º ao 10º colocado: um aparelho de TV Full HD
• Professores orientadores: assinatura da revista Terra da Gente e um Pen Drive 4GB com cordão personalizado.
• Escola do 1º colocado: um aparelho de DVD
• Diretor da escola do 1º colocado: assinatura da revista Terra da Gente e um Pen Drive 4GB com cordão personalizado.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Frases contra o bullying!


 E para quem se interessar, aqui estão nomes para trabalhos sobre bullying! É só clicar:

http://www.bullynobullying.blogspot.de/2014/10/ideias-de-nomes-para-trabalho-sobre.html

Carolina Giannoni Camargo
Bully No Bullying

Cyberbullying no Facebook

14/07/2011 10h45 - Atualizado em 14/07/2011 10h47 - G1 

Americana de 12 anos é condenada por perseguir colega no Facebook

Ela roubou senha de vítima e postou conteúdo sexual.
Menina foi condenada a liberdade condicional nos EUA.

Do G1, em São Paulo
Usuário testa serviço de desconto em lojas do Facebook no lançamento do serviço na Europa. (Foto: Suzanne Plunkett/Reuters)Meninas roubaram senha do Facebook de
colega e postaram conteúdo pornográfico
(Foto: Suzanne Plunkett/Reuters)
Uma menina de 12 anos foi condenada a liberdade condicional nos Estados Unidos por perseguir uma colega de classe no Facebook.
Segundo reportagem da rede “NBC”, a americana foi condenada por invasão de computador ao roubar a senha da vítima para entrar na sua conta no Facebook. Ela e outra colega de apenas 11 anos postaram conteúdo sexual explícito na página da vítima.

“Quero pedir desculpas por fazer as pessoas passarem por isso”, disse a jovem de 12 anos no tribunal na quarta-feira (13). “Eu me sinto muito mal e se eu pudesse voltar atrás eu mudaria tudo”.

Além de postarem conteúdo pornográfico na página da colega, as duas também enviaram mensagens para meninos para marcar encontros sexuais. A mãe da vítima chamou a polícia depois de encontrar mensagens vulgares na página da filha no Facebook, incluindo montagens com fotos da menina.

Segundo os promotores do caso, a vítima esteve na casa de uma das acusadas em março, onde ela teria se logado no Facebook. Suas informações foram armazenadas no computador da colega

Li e não gostei.

Acabei de ler uma matéria no site da Revista Encontro dizendo que o caso de Goiânia não foi bullying. Até aí tudo bem, nem sempre é fác...